Existem vários tipos de deficiências. Por exemplo: Autismo, Doença Crônica, Perda Auditiva e Surdez, Deficiência Intelectual, Deficiência de Aprendiazado, Perda de Memória, Doença Mental, Deficiências Físicas. Distúrbios da Fala e da Linguagem, Perda de Visão e Cegueira etc.
De acordo com o site Nova Escola, deficiência física são complicações que levam à limitação da mobilidade e da coordenação geral, podendo também afetar a fala, em diferentes graus. As causas são variadas - desde lesões neurológicas e neuromusculares até má-formação congênita - ou condições adquiridas, como hidrocefalia (acúmulo de líquido na caixa craniana) ou paralisia cerebral.
De acordo com o site Infoescola, o complexo conhecido como deficiência mental aponta para problemas que se situam no cérebro e causam baixa produção de conhecimento, provocando no paciente uma dificuldade de aprendizagem e um baixo nível intelectual. Porém, com exceção do espectro cognitivo, esta deficiência não atinge outras funções cerebrais. Entre as causas mais comuns deste transtorno estão os fatores de ordem genética, as complicações ocorridas ao longo da gestação ou durante o parto e as pós-natais. O grande enigma que se coloca diante dos pesquisadores é como detectar ainda na vida dentro do útero estas características, já que em grande parte dos casos estudados foi praticamente impossível localizar o problema. No entanto, mais de duzentas doenças têm como consequência provável a eclosão de uma deficiência mental.
Com isso as pessoas com deficiência, tanto mental e física, sofrem muitos preconceitos. Em julho de 2016 foi criada a lei de Inclusão da Pessoa com Deficiênciaque, que tem como objetivo assegurar os direitos das pessoas deficientes e punir atitudes discriminatórias. Entretanto, a lei é um pequeno passo perto do imenso preconceito existente e com a falta de melhorias para que os deficientes sintam-se ativo na sociedade brasileira.
Desde os tempos da Grécia Antiga, em Esparta, o deficiente é visto como um ser limitado e incapaz. As crianças nascidas na época que tivessem algum tipo de deficiência eram jogadas de um penhasco, pois acreditava-se que elas seriam inúteis um uma pólis militarista. Mesmo séculos depois, é assim que a sociedade enxerga a pessoa deficiente.
As escolas públicas brasileiras ainda têm um grande caminho a percorrer para serem consideradas inclusivas a pessoas com deficiência. Um estudo da plataforma QEdu, realizado a partir de dados do Censo Escolar 2016, mostrou que pouco mais de um quarto das 37.593 unidades da rede pública do país tem dependências acessíveis. Nas particulares, o número sobe para 35%
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Apesar do número baixo, há uma evolução. O Censo mostra que o número de escolas públicas com dependências acessíveis era de 24% em 2015, 21% em 2014, 19% em 2013, 18% em 2012 e 15% em 2011. Esse avanço é considerado positivo por Rúbia Piancastelli, coordenadora de comunicação do Instituto Rodrigo Mendes, mas ainda está distante do ideal. “É preciso ter todas as escolas inclusivas em termos arquitetônicos, além de transporte adequado para os estudantes, sem dizer dos desafios relacionados às demais barreiras”, considera Rúbia.
Acesse aqui a um vídeo mostrando o que é deficiência: Clique aqui
FONTES:
A Imprensa Jovem nesse início do segundo semestre abordará a questão das pessoas com deficiência.
Um tema tão importante para a sociedade. Veja essa primeira publicação em nosso Blog, uma pesquisa realizada por Rykardo Conationi.
Um tema tão importante para a sociedade. Veja essa primeira publicação em nosso Blog, uma pesquisa realizada por Rykardo Conationi.
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